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25
nov
09

Metallica em POA e SP

 

Depois de inúmeras especulações, inclusive uma improvavel apresentação no Festival de Verão de Salvador, o Metallica confirma duas apresentações em solo tupiniquim. Após de 10 anos da sua última passagem pelo Brazil o Metallica, a maior banda de trash metal do mundo, tocará em Porto Alegre (28.01) e São Paulo (30.01).

A venda de ingressos será feita pela  Ticket Master (www.ticketmaster.com.br) a partir de 01.12.

Para quem mora no nordeste e dispõe de um pouco de dinheiro guardado o investimento vale a pena, pois dá para comprar passagens da avião baratas devido a antecedência.

Maiores informações podem ser obtidas no site oficial do show: www.showmetallica.com.br

Discografia

Oficiais:

  • Kill’em All (1983)
  • Ride the Lightning (1984)
  • Master of Puppets (1986)
  • Garage Days Re-Revisited (1987)
  • …And Justice For All (1988)
  • Metallica (1991)
  • Load (1996)
  • Reload (1997)
  • Garage Inc. (1998)
  • S&M (1999)
  • St. Anger (2003)
  • Death Magnetic (2008)

Coletânea:

  • No Life ‘Till Leather (1982)
  • Power Metal (1982)
  • The Good, The Bad and The Live (1990)
  • Live Shit: Binge and Purge (1993)
  • Metallica: Vinyl Box Set (2004)

Participações:

  • Metal Massacre (1982)
  • Rubaiyant: Elektra’s 30th Anniversary (1990)
  • For Those About To Rock: Moscow (1992)
  • Woodstock 94 (1994)
  • Spawn: The Album (1997)
  • WCW Mayhem: The Music (1999)
  • M:I-2 (2000)
  • Woodstock 99 Vol. 1: Red Album (2000)
  • NASCAR: Full Throttle (2001)
  • Swizz Beatz Presents G.H.E.T.T.O. Stories (2002)
  • Biker Boyz (2003)
  • I’ve Always Been Crazy: Tribute to Waylon Jennings (2003)
  • We’re A Happy Family – A Tribute To The Ramones (2003)
  • The Bridge Collection (Live) (2006)
  • We All Love Ennio Morricone (2007)
  • Maiden Heaven: A tribute to Iron Maiden (2008)
04
nov
09

Apple USB(eatles)

apple

Fonte G1

O site oficial dos Beatles anunciou nesta quarta-feira (4) que a discografia remasterizada da banda, lançada em CD em setembro deste ano, deve ganhar uma versão mais compacta, com pen drives de entrada USB em formato de maçã – símbolo da gravadora do grupo, a Apple.

Os pen drives serão lançados no dia 7 de dezembro, em uma tiragem limitada de 30 mil exemplares. Além dos 14 álbuns da banda inglesa, o pen drive vai trazer 13 mini-documentários e reproduções digitais da arte dos discos, fotos raras e textos sobre os discos.

O USB será compatível com PCs e Macs, e terá o áudio em dois formatos: Flac (compressão sem perda) de 44.1 Khz e 24 bits e mp3 de 320 Kbps. O pen drive, de 16 Gb, já está em pré-venda no site oficial dos Beatles: www.thebeatles.com

O preço é bem camarada: $ 279,00. Mais caro que os box set remasterizados em Stereo ($ 219,00) e Mono ($ 269,00).

Help!!!!!!!!!!!!!!

22
out
09

the dream is over (ou…”eu amo a minha cidade e sua culturinha”)

Hetfield e Hammett tomando "um sol em Itapoã"

Hetfield e Hammett tomando "um sol em Itapuã"

A princípio parecia surreal a notícia que circulou há dez dias sobre uma possível vinda do Metallica a Salvador para tocar no Festival de Verão. Depois de digerir um pouco a informação não parecia coisa de outro mundo, uma vez que a estrutura técnica do festival tem capacidade de sobra para suportar a banda e que, em março, o Iron Maiden tocou em Recife, abrindo precedentes para shows de metal de grande porte no nordeste.

Mas o fato é que era surreal mesmo e o argumento da não vinda idem, pois o Sepultura já havia tocado no mesmo palco (com direito a enxurrada e queda de torre de luz).

Hatfield e Trujillo fazendo compras no "Salvador Shopping"

Hatfield e Trujillo fazendo compras no "Salvador Shopping"

Segue abaixo o e-mail enviado pelo meu amigo André Mendes nos colocando no nosso devido lugar. E viva “Ricife”.

the dream is over (ou…”eu amo a minha cidade e sua culturinha”)

Metallica não toca em Salvador
22 de outubro de 2009Tags: brasil

A IContet Conteúdo e Entretenimento, responsável pela produção do Festival de Verão de Salvador, confirmou hoje a notícia real sobre o suposto show do Metallica. Um dos diretores da empresa, Carlos Freitas, o Cauto, explicou que foi feito uma primeira negociação com a banda, mas no final nada foi fechado. Ou seja, o Metallica não vai participar do festival. “O público é muito diferente. Por mais que queiramos misturar os ritmos, poderíamos ter problemas com as tribos, que são completamente diferentes”, disse.

viva minha cidade

viva ivete

viva bell

viva durvalino meu rei

viva o rock do jammil

viva o pagodão em malas de carro e portas de bar

viva viva viva…

viva a culturinha da cidade do salvador

amém

17
out
09

Uma Foto Vale Por Mil Palavras

clash3

Diferente da ideologia esquerdista, sempre tive um pé atrás com relação ao som punk do The Clash. Talvez porque a mistureba de rock+punk+ska+dub+reggae nunca conseguiram destruir a minha barreira pré-adolescente preconceituosa… Ou talvez porque os Sex Pistols e Ramones resolviam a questão dos três acordes, muito satisfatoriamente, para para mim.

Mas uma imagem que nunca saiu da minha cabeça, quando penso em punk rock, é justamente a do baixista Paul Simonon,  na foto feita por Pennie Smith, detonando seu contrabaixo. Essa imagem é de um vigor visceral tão grande que virou a imagem de uma época, de uma geração.

clash

Recentemente tive meu momento de redenção pelo The Clash. Resolvi escutar o álbum Live At The Shea Stadium, gravado em 1982, onde o Clash era a banda de abertura do The Who em Nova Iorque, em um show para 50 mil pessoas, e fiquei de queixo caído com a energia das músicas. Ao vivo a banda mostra um poder de fogo descomunal e transforma musicas que em estúdio soam limpas demais em energicas pancadas rock ‘n Roll. Musicas como London Calling, Police On My Back, Tommy Gun, Spanish Bombs e a minha preferida, o reggae transformado em reggae-rock, The Guns Of  Brixton com o baixista Paul Simonon cantando com a voz mais chapada que de costume. Essa música, por sinal, tem sua versão definitiva ao vivo uma vez que na versão de estúdio ela não tem o mesmo poder de fogo e é executada em rotação bem mais lenta. Ficou parecendo uma espoleta perto do estompido que está registrado no cd ao vivo.

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Só me resta imaginar que Roger Daltrey e  Pete Townshend devem ter rodado muito microfone e  pulado o mais alto que conseguiram para manter a energia dos nova-iorquinos em alta naquele 13 de outubro de 1982 depois que o Clash saiu do palco.

Pena que eu não estava lá…

04
out
09

Beatles em Stereo

beatles visio

Incrível como rendem tantos louros o espólio dos Beatles! Cada vez surge uma novidade. A última e talvez a mais interessante desde Anthology (1995) é o relançamento de toda a discografia oficial do grupo remasterizada e mixada em estereo. Isso significa uma mudança enorme se formos levar em conta que a banda só gravava em mono e deixava a cargo do quinto Beatle George Martin e do engenheiro de studio Geoff Emerick, o trabalho “sujo” de transformar os takes em estereo. Para quem remasterização não significa lhufas, é, no caso de gravações que foram feitas há muitos anos, o trabalho de pegar as fitas Master, que são as fitas que foram originadas no momento em que os Beatles estavam tocando no estúdio, transferir faixa a faixa para arquivos digitais e a partir daí usando programas como o Pro Tools (o Photoshop da musica) trabalhar cada sonzinho que foi gerado pelos caras de forma a deixá-los parecendo que foram gravados nos dias hoje.

beatlesPara mim, mesmo ouvindo em arquivos de MP3 – que tem qualidade inferior as dos cd’s – o que mais me impressiona é o peso que os Beatles tinham, principalmente o baixo de Paul McCartney. Antes sua linha de baixo não chamava sequer a atenção. Músicas como I Saw Her Standing There e Please Please Me, só para citar duas músicas do  início da carreira dos caras, mudam completamente por causa do som do baixo. É como se as músicas fossem uma bola murcha que de repente é enchida e preenche todos os espaços que antes estavam vazios. Claro que isso se aplica a todos os instrumentos e as vozes que ficaram mais nítidas e distinguiveis. É muito bacana ouvir o trabalho vocal que os Beatles faziam e perceber que aquelas vozes casavam tão bem. Basta ouvir Nowhere Man, composição de John, onde a maior parte da música é cantada em coro.

apples

Não tem jeito, os The Beatles são os caras! Conseguiram antecipar quase tudo que seria feito no rock e até algumas coisas fora dele. Imagine o poderoso Steve Jobs pagando uma grana aos Beatles para poder usar a marca Apple?! Mas foi o que ele fez quando os Beatles finalmente encontraram um nome para sua corporação: Apple Corps em 1967. E resolveram registrar a marca no mundo inteiro. A  idéia surgiu de um pequeno quadro de René Magritte, que foi deixado na casa de MacCartney pouco depois de pintado. O quadro, que tinha uma bela maçã verde, gerou, também, a idéia inovadora de se colocar uma imagem no rótulo central dos discos, que até então vinham com apenas as leterring’s com informações técnicas e nome das músicas.

The+Beatles praia

E falando em Apple Corps. Imagina que você esta sentado confortavelmente  sobre milhões de libras e, de repente, consultores fiscais te dizem que se você não investir seu dinheiro em algum negócio dedutível terá que pagar ao governo/reino 3 milhões de libras em impostos! Os Beatles não perderam tempo e fundaram a citada holding que se desmembrava em: Apple Records, Apple Films, Apple Publishing, Apple Electronics, Apple Boutique e etc. Com isso quem saiu ganhando foram os amigos e agregados, que mesmo sem experiência nos ramos do negócio, assumiram as empresas ganhando altos salários e não fazendo nada que desse reais frutos. Claro que isso não durou muito, mas pelo menos as libras não foram para os bolsos da realeza. E o fruto disso foi uma idéia, surgida logo depois,  muito parecida e que deu certo: o Virgin Group de Richard Brenson. Que está presente no mundo todo.

beatles rb

A tendência, pelo andar da carruagem, é que os Beatles façam uma coisa que os Stones não conseguiram: renovar seu público. De forma comercial; com o relançamento dos discos remasterizados e com o jogo Beatles Rock Band. Que filho não vai se empolgar ao ver o seu pai barrigudo cantando She Loves You na sala de casa empunhando o baixo Hofner de Paul? E de forma emocional; isso se deve em parte a um corte no tempo que preservou a imagem dos Beatles intacta ao que era quando estavam junto. Ou seja, os Beatles não envelheceram como os Beatles ( os Stones envelheceram, e como, como os Stones) e os integrantes que morreram não morreram fazendo parte de um grupo em atividade. Deixaram apenas uma lacuna no inconsciente coletivo das pessoas que amavam e continuam amando aqueles quatro rapazes de Liverpool.

beatles jump

01
out
09

O Primeiro Post a Gente Nunca Esquece

Bom, aqui estou eu experimentando o nascimento do blog Superdistorsion. Estou igual a um bebê, engatinhando, um Bob Esponja tentando absorver tudo o que for possível sobre o assunto. No momento tento escolher uma aperência para o blog entre as opções disponíveis. Depois, quando tiver mais intimidade com a coisa, e o meu “Mestre Yoda” Heric saco tiver para uma mão me dar, a coisa deve melhorar um pouco. Devagar e sempre!

O que toca no meu I-Pod:

cds

Pequeno Cidadão – Edgar Scandurra/Arnaldo Antunes/Antonio Pinto/Taciana Barros

Chickenfoot -Sammy Hagar/Chad Smith/Joe Satriani/Michael Anthony

Chiaroscuro – Pitty




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